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A funcionária do Yacht Clube da Bahia apontada como vítima de uma suposta agressão
negou ter sofrido qualquer tipo de violência, segundo o clube. Em pronunciamento divulgado nas redes sociais nesta quarta-feira (21), a direção informou que abriu uma apuração interna sobre o caso e não encontrou nenhum elemento que confirme a agressão.
A denúncia circulou em grupos internos de associados. Segundo os relatos, uma pessoa teria dado um tapa no rosto da trabalhadora no Restaurante Veleiro, que funciona dentro do clube, em Salvador, depois que ela disse que votaria em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial. Em um áudio obtido pelo Bahia Notícias, outro associado afirmou que a mãe dele presenciou a cena e pediu a expulsão do suposto agressor.
Ainda no comunicado, o Yacht Clube afirmou ter compromisso com a segurança, o respeito e o bem-estar de funcionários, associados e visitantes. O clube também declarou repudiar qualquer forma de violência ou discriminação.
Confira o comunicado completo:
O Yacht Clube da Bahia esclarece que, ao tomar conhecimento das informações sobre uma suposta agressão a uma colaboradora em suas dependências, iniciou uma apuração interna para verificar os fatos relatados.
A administração realizou um levantamento das informações, ouviu diretamente a profissional envolvida no relato, com o devido cuidado e respeito à sua privacidade, e procedeu à análise das imagens do sistema de monitoramento.
A apuração também incluiu consultas às equipes responsáveis pelos setores envolvidos, sem que fossem identificados registros ou relatos que confirmassem a ocorrência.
A colaboradora negou ter sofrido qualquer agressão, e a verificação das imagens não identificou os fatos divulgados.
Dessa forma, após a verificação por diferentes meios, não foram encontrados, até o momento, elementos que confirmem a agressão relatada.
O Yacht Clube da Bahia reafirma seu compromisso com a segurança, o respeito e o bem-estar de seus colaboradores, associados e visitantes, repudiando qualquer forma de violência ou discriminação.
A instituição seguirá tratando o assunto com a seriedade e a responsabilidade necessárias, tendo como prioridade a proteção, a privacidade e a dignidade das pessoas envolvidas.
Diretoria do Yacht Clube da Bahia